Sempre que um ganso sai da formação, sente de súbito a resistência do ar por tentar voar sozinho e, rapidamente, volta para a formação, aproveitando o vácuo da ave logo à frente.
Quando um ganso líder se cansa, ele passa para trás, e imediatamente outro assume o seu lugar, voando para a posição da ponta.
Na formação, os gansos que estão atrás grasnam para encorajar os da frente a aumentar a velocidade.
Se um deles adoece, dois gansos abandonam a formação e seguem o companheiro doente, para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que esteja apto a voar de novo ou venha a morrer. Só depois disso eles voltam ao procedimento normal com outra formação ou vão atrás de outro bando.
(Extraído do livro O que podemos aprender com os gansos, pág.19 - Alexandre Rangel - Editora Original).
"Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer". (1 Coríntios 1:10)
Esse é o ideal de igreja aos olhos de Deus. Uma igreja unida, não apenas em amor, mas também em concordância doutrinária. Não faz sentido uma igreja onde haja divisões, e onde os próprios membros não concordam entre si sobre um mesmo assunto bíblico ou sobre algum princípio claro das escrituras. A solução é deixar de lado o EU, e passar a pensar em NÓS, com o propósito único de fazer a vontade DELE: Jesus Cristo. Cada um de nós tem sua própria personalidade, aquilo que nos torna únicos. Ainda assim, precisamos nos submeter todos em uma mesma direção, apesar de nossas diferenças; e a Bíblia é quem norteia a direção em que devemos ir. A palavra deve ser nossa lâmpada, e devemos nos unir e pensar todos de acordo com o que lá está escrito.
Como igreja, temos muito o que aprender com os gansos selvagens.

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